quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Industrialização dos Estados Unidos
Industrialização
“O concreto é síntese de múltiplas determinações” – Karl Marx
“A sociedade é um complexo de complexos” – Lukács
A principal conquista da Revolução Industrial foi a divisão entre a força de trabalho e os meios de produção, ou seja, o proletariado e a burguesia.
· Desenvolvimento Econômico
Via Clássica → Revolução ( mobiliza toda a população; não deixa resquícios) Revolução Francesa 1789
Via Prussiana → “Reforma pelo Alto” Lênin – Desenvolvimento Tardio, Unificação Alemã 1871
Via “Estadunidense”:
A América do Norte foi colonizada principalmente por ingleses. O norte era Colônia de Povoamento e o sul Colônia de Exploração.
“[...]o protestantismo criou um caldo de cultura extremamente favorável ao desenvolvimento de um espírito empreendedor [...]” Max Weber
Os imigrantes britânicos que povoavam o norte da América eram na sua maioria refugiados protestantes da reforma religiosa na Inglaterra. Os ideais protestantes convergiam com ideais capitalistas, os quais eram trabalhar e obter lucros através de mérito e esforço próprios (privados).
Não demorou muito para se estabelecer na América do Norte as bem consolidadas 13 colônias, que alcançaram sua independência em 1776 e deu início aos Estados Unidos da América.
As colônias de exploração tiveram seu sistema escravocrata abolido e aderiram ao desenvolvimento econômico das colônias sulistas.
A arrancada Industrial
“Imperialismo para dentro”
Os Estados Unidos através do genocídio dos indígenas norte-americanos adentraram o território e conquistaram toda a região da América do Norte.
“Reforma Agrária” ou Homestead Act 1865
Através de uma reforma agrária, o país atraia estrangeiros em troca de um pedaço de terra para plantar e morar.
“Self-Made Men” ou “homens que se fizeram por si mesmos”
Aqueles que por meio de seus prórios esforços e trabalhos construiram os Estados Unidos.
Os Estados Unidos começaram do zero, tinham apenas homens e uma terra pouco produtiva. O país se industrializou, cresceu e tornou-se uma superpotência.
Olá pessoal, pois é, desculpem-me, mas até tinha comentado com algumas pessoas, vou ficar devendo muuuuita coisa dessa matéria por contratempos nos meus horários.
Aí está o comecinho da matéria... se eu conseguir vou postando mais coisa.
Bom, mas como sempre repito: nosso livro é muito bom, utilizem-o! E se algm já tiver feito algum resumo de geografia e quiser postar, fique a vontade.
Polinomios!
http://www.cmcg.ensino.eb.br/Arquivos/hp_3_ano/gabaritos/M23%20Polin%F4mios.pdf
tem vááááários exercicios de polinomio, inclusive alguns que estavam na folhinha extra!:O
nooosssa!
kaau, amiga! , desculpe invadir a sua area! (pode invadir a minha, hahahahha)
beijos da tautau;]
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Geometria
Física - exercícios Eletrostática OBF
domingo, 22 de agosto de 2010
Crime e Castigo: mais um ponto de vista.
Crime e Castigo é considerado um romance polifônico, em que as múltiplas vozes estão diretamente presentes no contexto, pode-se então perceber que os próprios diálogos conversam entre si, de modo que o narrador e o personagem acabam simultaneamente tendo uma única voz em certos momentos da narrativa e em outras partes são destingidas. Isto está diretamente relacionado com o fato de que a consciência de Ródia juntamente com sua subjetividade e objetividade misturam-se, ou seja, os sentimentos e a razão se misturam, e isso pode ser provado pelas próprias atitudes do protagonista que se denúncia a Zamiótov na taberna, contando-o exatamente como faria se fosse ele que tivesse matado a usuária e fazendo Zamiótov acreditar que foi o próprio Ródia que a matou. Diria que são estes momentos em que a razão de Ródia se confunde com seu inconsciente e loucura, mostrando indícios de culpa e até certo remorso.
A razão e a lógica que o levam a cometer o delito são baseadas no conceito de que ele é um homem extraordinário. Matar a velha, para ele, é só mais um empecilho que se põe sua trajetória para se tornar um homem extraordinário como Napoleão, mas ele não esperava se deparar com a culpa, porque os verdadeiros homens extraordinários não possuem culpa.
É importante falar que em nenhum momento, Raskolnikov se arrepende de ter matado a usuária Aleona, mas seu remorso se constitui em ter matado Lisavieta, que é narrada no livro “como uma criança pequena” (pag 79) e muitas vezes apenas narrada como inocente, ou seja, Lisavieta foi o pecado de Raskolnikov, uma vez que ele matou algo que era puro e totalmente diferente dos conceitos que ele acreditava, caindo assim sua teoria por baixo: ele não estava acima do bem e do mal.
Desta forma, podemos analisar que os seus sonhos e delírios estavam sempre relacionados com sua culpa, como ocorre quando Ródia volta da delegacia devido à intimação por falta de pagar aluguel à senhoria, e sonha com a mesma sendo espancada. Os delírios vêem acompanhados com uma febre que o perturba durante todo o contexto do livro, e é claro, que ao se ter febre os delírios ficam mais intensos, a ponto do próprio Ródia duvidar de sua sanidade.
Neste contexto, podemos ter a certeza de que o nome do livro, faz jus à história de que quando se comete um crime se tem um castigo, sendo este último a culpa, e como já dizia Reinaldo Azevedo em seu artigo
“Crime e castigo dentro de nós”: “ninguém inventou ainda um instrumento útil que possa substituir a consciência individual”.
E sem ainda sair do próprio artigo encontramos que “Aquela crise que Dostoievski identificou no fim do século XIX, se quiserem saber, ainda é a nossa” Sim! Aquela crise, foi nos passada, uma vez que Dostoievski consegui sintetizar toda angústia do séc XX, como já dizia Emmanuel Souza, e Ródia portanto acaba sintetizando algo bem maior que todo o espaço atribuído no livro, sendo que ele adquiri uma consciência repleta de culpa e angustias que é disseminada pelo livro.
É preciso ainda se falar de outras coisas curiosas como Sônia e toda questão religiosa e existencialista expressa no livro. Não há como ignorar a critica ao niilismo, uma vez que, em vistas gerais, o próprio livro faz uma critica intensa a essa concepção.
Vejamos bem, durante todo o livro o personagem constrói a idéia de Homem Extraordinário, que está acima do bem e do mal e que “se Deus não existe tudo nós é permito” (concepção posteriormente adquirida em Irmãos Karamazov), mas o final destrói totalmente a teoria, uma vez que Ródia se encontra querendo apenas ser como todos os homens, mas sem ter nenhuma carga em sua consciência, no final do livro Ródia escolhe e opta pelo amor no local de toda grandeza. E esse é o conceito que Dostoieviski acreditava, porque antes de se encontrar na redenção Ródia era expressado e narrado no livro como um homem frio e calculista que não gostava de muitas pessoas “não gostava das multidões” e tinha até o seu melhor amigo afastado por quatro meses antes de cometer seu delito. Além do trecho em que Razumíkhin diz que talvez Ródia nunca seria capaz de amar, mas a redenção o torna uma pessoa diferente.
Nesta visão, podemos retirar que o livro Crime e Castigo como um todo é a construção de uma anti-tese que se constitui contra a idéia niilista de que tudo é um ciclo e os acontecimentos se repetem, não havendo Deus.
Ainda, para muitos críticos, o final do livro, talvez perca a graça, uma vez que Ródia deixa de ser extraordinário e passa a ser ordinário, ao meu ver, o final é uma das melhores partes do livro, já que não é o tipo de final que se pode prever, ou tanto dramático, como seria se fosse caso se ele matasse. Ao passar de extraordinário para ordinário e assumir sua culpa Ródia liberta-se de conflitos internos e até deixa o leitor menos atormentado, e talvez até sem entender o que aconteceu, de tão rápido que o final se constitui.
Assim, como toda obra realista, no livro há a apresentação de características fundamentais destes romances como:
· Mulher não idealizada, mostrada com defeitos e qualidades
Demonstrada principalmente por Sônia que é a paixão de Ródia, ou melhor, ele descobre que ela é a paixão dele a partir de sua verdadeira redenção e seu encontro com a bíblia.
· Casamento como instituição falida, contrato de interesses e convivências
Aqui podemos citar o casamento de Catarina com Mermaladov ou até mesmo o casamento não concretizado de Dúnia com Lujín
· Herói problemático, cheio de fraquezas, manias e incertezas
Um herói com mais fraquezas e com incertezas que Ródia não saberia dizer, não cheguei a ler tantos livros assim.
· Narrativa lenta, acompanhando o tempo psicológico
Os dias são poucos e a narrativa é longa, certas partes chega até ser exaustivo.
· Personagens trabalhadas psicologicamente
Não há hipótese ou circustância nenhuma de se dizer que há um personagem totalmente plano no livro, e talvez o que seja mais impressionante e impolgante para tantos admiradores do Dostoeviski, porque ao analisar os escritores que foram influenciados por ele: “Machado de Assis e Clarice Lispector” vemos que em suas obras os personagens também sofrem essa idéia de não serem linear e sim repletos de complexidade.
A obra desta forma se constitui em uma narrativa exuberante, e que com certeza é um dos livros que não se pode morrer sem ler.
Elisa Ventura
Colocação Pronomial
http://www.portuguesconcurso.com/2010/06/exercicios-colocacao-pronominal.html
http://colocacaopronominal2.vilabol.uol.com.br/exercicios.htm
http://estacaodoconhecimento.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Aula-16-Coloca%C3%A7%C3%A3o-Pronominal.pdf
exercícios de colocação pronominal!
peguem a apresentação de slides que a professora mandou no e-mail e leiam com atenção, depois resolvam esses exercícios que estão ai em cima. Por último, revisem os exercícios feitos em sala de aula e as anotações.
Não se esqueçam de estudar as orações coordenadas e dar uma olhadinha nas subordinadas para não se confundir. Se achar necessário, refaça provas anteriores.
Assim, você tem grandes chances de ir muito bem na P3 ;)
hihi
